Diversos são os fatores que levaram os cientistas a criarem a Teoria das Placas Tectônicas e, como toda teoria, teve sua evolução. Seu principal contribuinte foi o alemão Albert Wegener, que em 1912, propôs a Teoria da Deriva Continental. Segundo Wegener, os continentes estariam se movimentando sobre o manto. Ele formulou essa teoria baseado na observação de um possível encaixe entre as costas oriental do Brasil e ocidental da África. Alias, Francis Bacon já havia observado isso, assim que viu os primeiros mapas que mostravam a costa da América Portuguesa. No século XX ela ressurgiu com Wegener, tentando provar uma teoria sua de que um dia todos os continentes estariam unidos. Denominou de Pangeia esse supercontinente. Foi o primeiro a pesquisar, de forma séria, a hipótese e baseou-se, para isso, além dos perfeitos encaixes dos continentes, em evidências encontradas nos relevos de Brasil e África. Uma mesma forma de relevo tinha sua correspondente no outro continente, como um Planalto na Costa do Marfim, que continua no Brasil. Observou também presença de fósseis de Glossopteris (tipo de gimnosperma primitiva) nos dois continentes e em idades muito próximas, além de evidencias de glaciações em ambos os continentes.
Não conseguiu responder a algumas perguntas básicas, entre elas: “Que forças seriam capazes de mover os enormes blocos continentais?” ou “Como uma crosta rígida desliza sobre outra rígida também sem que a de baixo se rompa?”. Por isso, foi ridicularizado em sua época e a teoria da Tectônica Global só seria retomada na década de 50. Antes disso, descobriu-se, graças à 2ª Guerra Mundial, que o leito oceânico não era uma grande planície como se pensava, mas possuía picos, cadeias de montanhas, platôs, fossas e etc. Começou-se então a observar que era um ambiente geologicamente ativo e que a Dorsal Meso-Oceânica dividia o leito oceânico em duas metades, representando uma espécie de rachadura. Além do fato de que, com a evolução dos métodos de datação das rochas, ficou comprovado que as rochas dos leitos oceânicos eram mais recentes do que as rochas dos continentes, e envelheciam a medida que se aproximavam destes.
Com todas essas evidências a Tectônica Global renasceu e com respostas a velhas perguntas. Ficou esclarecido que as forças que movimentavam os continentes e expandiam os leitos dos oceanos eram as correntes de convecção, que traziam material aquecido do interior da Terra e depois movimentavam-se lateralmente sob as placas, induzindo-as, pelo atrito, ao movimento. Essa teoria é bastante sólida, mas a ciência está a atacando em busca de aperfeiçoá-la.
Há na crosta (na verdade formando ela) três tipos de Placas Tectônicas: Oceânica, Continental e Mista. As Placas Oceânicas são aquelas formadas por leitos oceânicos, construídas onde há movimento divergente das placas. As placas continentais são aquelas formadas pelos continentes, mais espessos e que são, por excelência, regiões muito mais antigas do que os leitos oceânicos. Isso é verdade, pois quando a África e a América do Sul se separaram, surgiu o Oceano Atlântico Sul entre elas, então com certeza as áreas continentais são mais antigas. As Placas Mistas são aquelas que englobam tanto leitos oceânicos quanto áreas continentais.
Não conseguiu responder a algumas perguntas básicas, entre elas: “Que forças seriam capazes de mover os enormes blocos continentais?” ou “Como uma crosta rígida desliza sobre outra rígida também sem que a de baixo se rompa?”. Por isso, foi ridicularizado em sua época e a teoria da Tectônica Global só seria retomada na década de 50. Antes disso, descobriu-se, graças à 2ª Guerra Mundial, que o leito oceânico não era uma grande planície como se pensava, mas possuía picos, cadeias de montanhas, platôs, fossas e etc. Começou-se então a observar que era um ambiente geologicamente ativo e que a Dorsal Meso-Oceânica dividia o leito oceânico em duas metades, representando uma espécie de rachadura. Além do fato de que, com a evolução dos métodos de datação das rochas, ficou comprovado que as rochas dos leitos oceânicos eram mais recentes do que as rochas dos continentes, e envelheciam a medida que se aproximavam destes.
Com todas essas evidências a Tectônica Global renasceu e com respostas a velhas perguntas. Ficou esclarecido que as forças que movimentavam os continentes e expandiam os leitos dos oceanos eram as correntes de convecção, que traziam material aquecido do interior da Terra e depois movimentavam-se lateralmente sob as placas, induzindo-as, pelo atrito, ao movimento. Essa teoria é bastante sólida, mas a ciência está a atacando em busca de aperfeiçoá-la.
Há na crosta (na verdade formando ela) três tipos de Placas Tectônicas: Oceânica, Continental e Mista. As Placas Oceânicas são aquelas formadas por leitos oceânicos, construídas onde há movimento divergente das placas. As placas continentais são aquelas formadas pelos continentes, mais espessos e que são, por excelência, regiões muito mais antigas do que os leitos oceânicos. Isso é verdade, pois quando a África e a América do Sul se separaram, surgiu o Oceano Atlântico Sul entre elas, então com certeza as áreas continentais são mais antigas. As Placas Mistas são aquelas que englobam tanto leitos oceânicos quanto áreas continentais.
Essa figura mostra a localização de cada uma das placas tectônicas existentes. Podemos resumir a natureza de cada uma delas em um quadro:
Como podemos observar nessa tabela, há muitas placas mistas, mas poucas continentais, porque isso? Pelo próprio processo de afastamento dos continentes e “nascimento” de leitos oceânicos. Em teoria, a Placa Arábica também é uma placa mista, pois possui áreas continental e oceânica. Contudo, é entre todas a Placa que mais se aproxima do conceito de Placa Continental e para efeitos didáticos a coloquei lá. É possível que no passado tenham existido placas puramente continentais, mas no momento esse conceito não é muito aplicável na realidade.


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